Sábado, Julho 11, 2009

PLANEAR no Parque Oriental com o Arquitecto Paisagista Sidonio Pardal



A PLANEAR - Núcleo de Arquitectura Paisagista , esteve esta manha no futuro Parque Oriental da cidade do Porto. Numa visita organizada pela Campo Aberto - Associação de defesa do Ambiente e com a presença do autor do parque o Arquitecto Paisagista Sidonio Pardal.

Os nossos agradecimentos à Campo Aberto por esta parceria com a PLANEAR , na primeira de muitas , esperemos....

Agradecimentos ao Arquitecto Paisagista Sidonio Pardal pela visita guida e pelos detalhes com que nos enunciou o processo de execução de um Parque ....




o inicio da visita com a visualizaçao da area de intervenção ..... que segundo o arquitecto está definida e nao sujeita a expações....





depois de passarmos por um percurso , que nos orienta onde dominam as estruturas muradas de pedra ... reminiscencias da natureza rural desta zona... uma area de "clareira" , de referir que o percurso referido nao será o caminho principal do parque mas por razoes de segurança nao é ainda possivel percorrer o caminho principal .....
ao fundo , lado esquerdo o futuro espaço de apoio ao parque ....


Uma exposição do Professor Sidonio Pardal sobre enunciados teoricos .... os espaços Naturais versus espaços selvagens....a diferença ente parque e jardim foi tambem discutida....




a reconversao do rio passa pelo aumento da sua largura ... o seu estado actual resulta das exigencias da actividade agricola








chegada a area que neste momento se encontra em obra ...


uma visao dos trabalhos de modelaçao e estruturas construidas , elementos essenciais neste exercio de execuçao de um Parque , devido a particular e dificil topografia existente





um dos elementos visiveis no parque da cidade é aqui repetido , o recurso à utilização de muros de suporte em pedra .... uma repetiçao mas que deve sempre ser orientada de forma particular de obra para obra , e com a presença constante do arquitecto e alguma liberdade por parte dos "mestres pedreiros"






Uma exposição do professor Sidonio Pardal sobre aquilo que difernecia e potencializa a Arquitectura Paisagista em relação à Arquitectura .... os elementos de repetiçao que no passado eram usados pela arquitectura erudita - com suporte na tratadistica ou nos enunciados teoricos "legislados" pelos CIAM - diferenciavam-se pela postura popular dos agentes da arquitectura vernacula , onde a experiencia era fundamental e a capacidade de adaptaçao , tambem na execução de um projecto como este de um parque publico para diminuir custos de execução se recorre a estrategias como a execução em sitio ... o exemplo na execução do muro é a sua execução tendo em conta a adaptaçao ao lugar .... a criação de elementos invulgares - como exemplo um edificio com janelas todas diferentes - torna a execuçao da obra mais cara....



um aspecto do percurso ..... zonas de estadia junto a orla....o muro permite a sustentação de zona de mata onde nao exisirirá uma intervençao profunda de regularização

a criação de zonas de estadia por excelencia como as clareiras é fundamental



esta zona do parque com um declive acentuado deve ser amenizado atraves de uma estrategia antiga como o recurso a muros criando assim um espaço em sucalcos ... caminhos ondulantes permitem ao visitante o percurso e vencer declives....


no topo do parque .... zonas de estadia






a area de intervençao do parque é de 10 hectares , a verde claro ve-se o horto municipal





Terça-feira, Junho 16, 2009

Visita de Estudo ao Parque Oriental


Ciclo “Ordenamento do território e corredores ecológicos” Campo Aberto

Visita de estudo ao Parque Oriental
11 de JULHO, sábado
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(10 inscriçoes para socios da planear , aos primeiros 10 pessoas que comentarem este post)
indiquem no comentario
nome completo e data de nascimento (para efeitos de seguro de acidentes pessoais), endereço electrónico e contacto telefónico.
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Visita guiada pelo Prof. Sidónio Pardal, arquitecto paisagista e autor do Parque da Cidade do Porto



O Parque Oriental é como que a Santa Engrácia dos espaços verdes. Apesar de prometido há pelo menos 15 anos, ainda não viu, até hoje, a luz do dia. Pior que isso são as infra-estruturas rodoviárias que o têm cercado e fragmentado.

Mas há finalmente boas notícias. Foi recentemente anunciada a preparação dos primeiros 20 ha do Parque. Os obstáculos a ultrapassar – que também são um desafio – serão muitos. Mas isso só aguça o apetite para conhecer aprofundadamente o que está pensado para lá.

E para isso nada melhor do que ouvir as explicações do autor do projecto de arquitectura paisagista do Parque Oriental. O Prof. Sidónio Pardal, mais conhecido entre os portuenses pelo Parque da Cidade que imaginou, aceitou amavelmente o pedido da Campo Aberto e irá guiar a visita.

A visita está aberta a todos os interessados, inclusivamente jornalistas, que poderão encontrar nesta visita material interessante para uma reportagem.




Programa (11 de Julho)
· 10:00: Encontro junto ao Horto do Freixo
· Durante a manhã: visita guiada ao longo dos terrenos do futuro Parque Oriental do Porto
· Final da manhã: regresso




Custo
A inscrição é gratuita
Caso ainda não seja sócio da Campo Aberto pode fazê-lo simultaneamente com a inscrição para a visita (http://www.campoaberto.pt
/junta-te-a-nos).



Terça-feira, Abril 21, 2009

Porfolio Alunos AP : em Blog


PLANEAR - Núcleo de Arquitectura Paisagista do Porto divulga a criação do portfolioAPorto .
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Exortados pelo professor Paulo Marques e no seguimento de um plano de actividades desenvolvido pela direcção da Planear para a criação de um espaço onde se pudesse disponibilizar e divulgar os trabalhos Academicos da comunidade estudantil de Arquitectura Paisagista do Porto surge o blog :
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http://www.portfolioaporto.blogspot.com/
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Seguindo o conceito de "série" criado no blog nucleoap no qual participam alguns membros da direcção da Planear , emprestamos esse conceito e criamos um espaço proprio onde será colocados os trabalhos academicos dos alunos de Arquitectura Paisagista do Porto
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esperamos que os nossos colegas e membros nucleoap o possam utilizar mostrando os trabalhos Academicos quer ao nivel individual mas tambem colectivo

Sábado, Março 21, 2009

PREMIOS NACIONAIS DE ARQUITECTURA PAISAGISTA 2009

Planear - Núcleo de Arquitectura Paisagista do Porto, divulga e apoia os socios e restante comunidade "AP" da FCUP na participação no Premio Jornal Arquitecturas/Vibeiras Jovem Arquitecto Paisagista
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INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 3 de JUNHO
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Sexta-feira, Março 06, 2009

LEGISLAÇÂO NACIONAL (Arquitectura Paisagista)

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Diário da República, 1.ª série — N.º 145 — 29 de Julho de 2008
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MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS,
TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
Portaria n.º 701-H/2008
de 29 de Julho
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SECÇÃO XIII
Espaços Exteriores
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("Arquitectura Paisagista, é a Arte de Ordenar o ESPAÇO EXTERIOR em relação ao Homem"
Francisco Caldeira Cabral - In. Fundamentos da Arquitectura Paisagista. Lisboa: ICN, 2003. p25)
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Artigo 157.º
Programa Preliminar
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É elemento especial do Programa preliminar a análise
e caracterização da área de intervenção, nomeadamente
quanto a:
a) Inserção contextual e relações funcionais, figurativas
e simbólicas daí emergentes;
b) Fisiografia do terreno;
c) Aspectos microclimáticos, nomeadamente de exposição
a ventos, ensombramentos e radiação recebida;
d) Capacidade de carga da área de intervenção e seu
zonamento;
e) Características pedológicas;
f) Vegetação existente, sua identificação, dimensionamento
e estado sanitário;
g) Enquadramento regulamentar da área de intervenção
e outras condicionantes à intervenção;
h) Síntese de condicionamentos devidos a infra -estruturas;
i) Aspectos hidrológicos, nomeadamente o equilíbrio
hídrico e a qualidade da água;
j) Caracterização da componente acústica do ambiente;
l) Imposições relativas a condicionamentos de impacte
ambiental.
m) Identificação de aspectos específicos da área de
intervenção, em termos de energia eléctrica, em particular
no que respeita à sua produção e consumo, comunicações,
segurança e outros.
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Artigo 158.º
Programa Base
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São elementos especiais do Programa Base:
a) Critérios gerais de concepção.
b) Programa geral da intervenção com definição das
afectações de espaço a cada utilização programática e do
relacionamento entre elas, em consonância com o diagnóstico
interpretativo levado a cabo no Programa preliminar.
c) Definição esquemática de áreas de sequeiro, de regadio
e pavimentadas;
d) Sistema de rega e dotações consideradas.
e) Estimativa de carga de utilização esperada.
f) Definição de eventuais medidas de condicionamento
acústico, visando assegurar a satisfação dos requisitos
considerados para o espaço.
g) Redes de energia eléctrica, de comunicações, sistemas
de segurança e outros.
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Artigo 159.º
Estudo Prévio
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São elementos especiais do Estudo prévio:
a) Plano geral com descrição das opções principais
tomadas na concretização do programa e relações com
o lugar;
b) Definição das opções construtivas fundamentais,
nomeadamente os sistemas vegetais, hidráulicos, inertes;
c) Sistemas de rega e drenagem.
d) Definição das opções relativas a redes de energia
eléctrica, de comunicações, sistemas de segurança e outros.
e) Definição dos critérios gerais de sectorização e de
dimensionamento das diversas redes e sistemas
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Artigo 160.º
Anteprojecto
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É elemento especial do Anteprojecto a elaboração de um
plano geral, à escala conveniente, e que constitui acréscimo
de rigor e pormenor em relação à fase anterior em que se
indiquem:
a) Características do tratamento das superfícies homogéneas
e dos seus encontros;
b) Volumes construídos ou vegetais;
c) Modelação de terreno;
d) Alçados e cortes que descrevam e justifiquem a solução
apresentada;
e) Definição dos pressupostos para dimensionamento e
traçado e traçados esquemáticos de todas as infra -estruturas,
e estruturas construídas, nomeadamente:
(i) Arruamentos e estacionamentos;
(ii) Vias de circulação pedonal;
(iii) Redes de energia eléctrica e comunicações;
(iv) Muros de suporte e outras fundações e estruturas;
(v) Drenagem de águas pluviais;
(vi) Abastecimento de água e serviço de incêndio;
(vii) Rede de rega, drenagem e hidráulica lúdica;
(viii) Sistemas de Segurança;
(ix) Orçamento preliminar detalhado por grupos de
trabalhos.
f) Dimensionamento de medidas de acondicionamento
acústico e análise prospectiva do seu desempenho.
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Artigo 161.º
Projecto de Execução
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São elementos especiais do Projecto de execução:
a) Plano geral da intervenção, sintético e descritivo,
tanto da solução programática como da situação construtiva
correspondente;
b) Planta de trabalho com identificação de fases, limites
e descrição que permita uma percepção global de todos os
trabalhos envolvidos;
c) Planta de demolições, remoções, relocalizações e
medidas cautelares;
d) Modelação geral do terreno, cortes de aterro, escavação
e planta de aterro, escavação;
e) Implantação geral da obra incluindo implantação
planimétrica coordenada e implantação altimétrica;
f) Planta de pavimentações e remates reportada à pormenorização
construtiva;
g) Pormenorização construtiva relativa a pavimentações
e remates;
h) Planta de muros e outras estruturas construídas, reportada
aos elementos da correspondente especialidade;
i) Plano de drenagem, reportando à pormenorização
construtiva correspondente ou à especialidade;
j) Plano de plantação de árvores, arbustos e fanerófitos
escandentes, indicando claramente densidades e compassos
de plantação e organização relativa da plantação dos
indivíduos e identificados pela nomenclatura científica;
l) Plano de rega indicando traçados da rede eléctrica e de
comandos de tubagem e seu dimensionamento, localização
e definição de órgãos activos e outros acessórios, reportando
à pormenorização construtiva correspondente;
m) Planos de sementeira e de plantação de herbáceas
vivazes, indicando claramente densidades e compassos
de plantação e organização relativa da plantação dos indivíduos;
n) Plantas das redes de energia eléctrica e de comunicações;
o) Planta ou esquema representativo do sistema de segurança;
p) Plano de manutenção de zonas verdes, incluindo
indicação de áreas homogéneas por trabalho, desbastes,
caracterização e calendarização dos tipos de trabalho a
executar durante um ciclo vegetativo;
q) Planta de localização de mobiliário urbano e equipamento,
incluindo a definição de tipos e modelos e reportada
à pormenorização construtiva correspondente.
A localização deverá ser coordenada com indicação das
peças à escala;
r) Planta de coordenação, referindo a interacção entre as
várias infra -estruturas, entre estas e a vegetação, mobiliário
urbano e outros elementos construídos, recorrendo a cortes
e perfis de coordenação sempre que necessário;
s) Memória descritiva e justificativa, incluindo cálculos
hidráulicos da rede de rega e outra documentação
justificativa;
t) Medições e Mapas de quantidade de trabalhos;
u) Orçamento detalhado
v) Plantas e cortes, em escala adequada, onde se indiquem
os locais principais de intervenção em termos de
condicionamento acústico;
x) Memórias descritivas e justificativas, integrando
análise prospectiva de desempenhos, das intervenções de
condicionamento acústico, descrevendo e justificando as
soluções projectadas, tendo em atenção o ante projecto
aprovado e as disposições legais em vigor;
z) As condições técnicas, gerais e especiais, referentes às
intervenções de condicionamento acústico, especificando
as condições de execução e ou montagem e as características
técnicas dos materiais e equipamentos;
aa) Pormenorização das intervenções mais sensíveis
no sentido de facilitar a compreensão de descrições escritas.
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Artigo 162.º
Assistência técnica
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Para efeitos do disposto no artigo 10.º do presente
Anexo
Assistência Técnica Especial
O Projectista encontra -se sempre disponível para contratar
os serviços de Assistência técnica especial, os quais
envolvem, nomeadamente:
a) Apreciação técnico -económica de projectos variantes
apresentados a concurso, sem prejuízo do disposto no
artigo anterior;
b) Apreciação técnico -económica de alternativas que
venham a ser propostas pelos empreiteiros, sem prejuízo
do disposto no artigo anterior;
c) Verificação da qualidade dos materiais, da qualidade
de execução dos trabalhos relevantes, do fornecimento e
montagem dos equipamentos e instalações, bem como a
elaboração dos respectivos pareceres;
d) Elaboração dos planos ou projectos de monitorização
e manutenção;
e) Elaboração de desenhos de preparação de obra, quando
os mesmos não sejam elaborados pelo empreiteiro;
f) Participação nos ensaios e recepção das obras
os elementos especiais da assistência técnica são
acordados entre o Dono da Obra e o Projectista, caso a
caso e em função das características da Obra
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Classificação das obras por categorias
Categorias de Obras
1 — As obras são classificadas em quatro categorias
consoante a maior ou menor dificuldade da concepção e
o grau de complexidade do projecto
Na categoria II incluem -se as obras de características
correntes e onde sejam predominantes os seguintes
aspectos:
a) Concepção simples, baseada em programas funcionais
com exigências correntes;
b) Instalações e equipamentos correspondentes a soluções
sem complexidades específicas;
c) Pequeno grau de repetição das diferentes partes componentes
da obra;
d) Solução da concepção e construção sem condicionamentos
especiais de custos.
Na categoria III incluem -se as obras em que a
elaboração do projecto está condicionada relativamente às
obras correntes, por algum dos factores seguintes:
a) Concepção fundamentada em programas funcionais
com exigências especiais;
b) Instalações técnicas que, pela sua complexidade,
tornem necessário o estudo de soluções pouco correntes
que exijam soluções elaboradas de compatibilização com
as diferentes partes componentes da obra;
c) Obrigatoriedade de pesquisa de várias soluções que
conduzam a novos sistemas e métodos e à aplicação de
materiais e elementos de construção diferentes das correntes
na prática respectiva.
d) Integração num contexto natural ou construído que
determine exigências relevantes, correspondentes a, designadamente,
aspectos relacionados com contextos ambientais
ou visuais de excepção, históricos;
e) Obrigação especial de inovação técnica ou artística
do programa;
f) Obrigatoriedade de pesquisa de soluções que garantam
uma contenção de custos particularmente reduzidos.
5 — A categoria IV compreende obras com imposições
e características mais severas do que as anteriormente especificadas,
ou, ainda, em que seja dominante a pesquisa
de soluções individualizadas
(n.º 1 do artigo 11.º do Anexo I)
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XIII ESPAÇOS EXTERIORES
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CATEGORIAS
I II III IV
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Jardins privados e públicos • III
Jardins e sítios históricos • IV
Zonas Polidesportivas • III
Campos de golfe • III
Minas, pedreiras, saibreiras e areeiros • III
Parques infantis • III
Lagos artificiais • III
Pedonalização de ruas • III
Ciclovias • III
Estabilização e integração de taludes • IV
Matas • III
Compartimentação do campo • II
Parques de qualquer natureza • III
Loteamentos urbanos • III
Instalações industriais • II
Parques de campismo • III
Campos de golfe • III
Zonas desportivas, de recreio e lazer • III
Áreas envolventes do Património Cultural ou Natural • III
Espaços livres e zonas verdes urbanas • III
Enquadramentos de edifícios de vária natureza • III
Cemitérios • II
Áreas degradadas • III
Projectos de rega • III
Drenagem superficial • III
Obras de regularização fluvial e de linhas de drenagem natural • III
Edifícios para habitação, escolas, igrejas, hospitais, teatros, cinemas e outros • III
Hóteis e restaurantes
Conjuntos industriais • III
Grandes instalações de equipamentos técnicos • II
Integração de estradas de qualquer tipo (AE, IP, IC, EN, ER) • III
Arruamentos urbanos, vias e caminhos municipais • III
Aproveitamentos hidroagrícolas • II
Estações de tratamento de água e esgotos • III

Sexta-feira, Janeiro 09, 2009

PRIMEIRAS JORNADAS AP.UP : 16.JANEIRO.2009

O Departamento de Botânica e a Planear convidam para as 1ª Jornadas AP.UP.
Gostavamos que fosse um econtro de licenciados da UP
e dos nossos alunos no início de um novo ano


(Teresa Andresen)

PROGRAMA

9:00 - Recepção dos Participantes

9:30 - Development of Landscape Planning a multifunctional tool and the contribution of Landscape Planning for the Implementation of European Landscape Convention

Professor Adrian Hoppenstedt. Universidade de Hannover , Alemanha

Comentador: Professor Paulo Marques (FCUP)

11:00- Intervalo

11:15- Um Plano de Gestão para o Monte Córdova em Santo Tirso

Apresentação pelos alunos de 5ºano da licenciatura de Arquitectura Paisagista do trabalho da disciplina "Projecto - Gestão da Paisagem" sob orientação da Professora Maria José Curado (FCUP)

Comentadores: Professores Manuel Fernandes de Sá e Álvaro Domingues (FAUP) e Arqt Pais. Henrique Pereira dos Santos

Abertura da Exposição Prémios e Trabalhos AP.UP

12:30 - Almoço livre

14:00 - Environmental Impact Assessment and Strategic Environmental Assessment and Landscape Architecture

Professor Adrian Hoppenstedt . Universidade de Hannover , Alemanha

Comentador: Professora Isabel Silva (FCUP)

15:30- Intervalo

15:45 - 4 Prémios AP.UP

Prémio UrbaVerde/Vibeiras - Jovem Arquitecto Paisagista, 2008-

1º Lugar - Categoria Jovens Profissionais

Ricardo José Duarte Ventura e Pedro Filipe Bernardo Dias

"Piódão 2022.4R.p1"

Prémio UrbaVerde/Vibeiras - Jovem Arquitecto Paisagista, 2008

2º Lugar - Categoria Estudantes

Daniela Santos Silva, Ricardo Gomes, Miguel Barreira, Marla Gomes e Herminia Laranjo

"Ecoparque do Amial"

Europan 9 - "Urbanidade Europeia - Cidade Sustentável e Novos Espaços Públicos", 2008

1º Lugar- Cidade de Santo Tirso

Ana Sofia Pacheco, Bruno Sousa, Gilberto Pereira, Jorge Barbosa, Victor Esteves

Slow Fast Landscape

Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima, 2008

Ana Mota, Diana Teixeira Fernandes, Márcia Vilar , Ricardo Ventura e Telma Sanches

"As Energias Reflectidas"

Comentadores : Professores Cristina Castel-Branco (ISA) Laura Costa (UTAD) e Paulo Marques (FCUP)


BOLETIM DE INSCRIÇÃO :
enviar para e-mail : jornadas.ap.up@gmail.com




Quinta-feira, Janeiro 08, 2009

Reflorestação de Áreas Ardidas : FAPAS


PLANTAÇÃO DE ÁRVORES AUTÓCTONES
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NA MATA DO DESTERRO
PARQUE NATURAL DA SERRA DA
ESTRELA
14 de Fevereiro
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clicar na imagem para aumentar

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PROGRAMA
9.30h. Acção de formação no CISE
Orador: Eng. Alexandre Silva
10.15h. Saída para a Mata do Desterro
10.30h. Plantação de árvores
autóctones
13.00h. Almoço livre
14.30h. Visita à Torre (opcional)

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Pretende‐se com esta actividade:

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participação no projecto de recuperação florestal, na Mata do Desterro, projecto
implementado pelo Município de Seia, através do Centro de Interpretação da Serra da
Estrela (CISE)
, plantando árvores características dos bosques caducifólios (carvalho
negral e carvalho alvarinho) com elementos perenifólios (folhado e azevinho)
sensibilização ambiental da comunidade escolar incutindo‐lhe uma conduta cívica
baseada no respeito pela natureza.
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Os participantes devem levar mochila com bloco de notas, farnel e
boa disposição.
O calçado e a roupa devem ser adequados (incluindo um bom
agasalho)

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Rua Alexandre Herculano, 371, 4ºDtº Porto; tel: 22 2002472; Email: geral.fapas@sapo.pt